
A Noção do Controle Divino
Jesus está estabelecendo as regras de conduta para aqueles que têm o seu Espírito. Por meio do argumento simples desses versículos, ele nos exorta a manter a mente cheia da ideia do controle de Deus por trás de tudo, o que significa que o discípulo deve conservar uma atitude de perfeita confiança e disposição para pedir e buscar. Jesus quer que aprendamos essa forma de pensar: “Deus é meu Pai. Ele me ama. Não pensarei que Ele se esqueça de algo. Por que eu me preocuparia?”
Fixe a sua mente na ideia de que Deus está presente. Uma vez que seus pensamentos estejam firmados nessa direção, torna-se tão natural quanto respirar lembrar que o seu Pai celestial está por trás de tudo o que acontece. Mesmo quando perplexidades e dificuldades o cercam, recordar o “muito mais” do seu Pai vem de forma natural e sem esforço. Antes, quando surgiam problemas, você buscava ajuda em outras pessoas. Agora, a noção do controle divino está tão fortemente formada em sua mente que você se volta diretamente para Deus.
Sempre haverá momentos em que a direção de Deus não será nada evidente, momentos em que Ele não afastará a escuridão. Mas confie nele. Jesus disse que Deus às vezes parecerá um amigo insensível, mas não é (Lucas 11:5–8). Às vezes parecerá um pai que não age como deveria, mas não é (vv. 9–13). Às vezes parecerá um juiz injusto, mas não é (18:1–8). Mantenha forte e crescente em sua mente a ideia de que nada acontece sem que Deus o permita. Descanse em plena confiança nele e aprenda a orar a partir desse lugar de certeza. A oração não é apenas pedir; é cultivar a disposição de mente na qual pedir se torna perfeitamente natural. “Pedi, e dar-se-vos-á.”


