
A Penalidade Inevitável
“Não existe céu com um pouco de inferno dentro”, escreveu George MacDonald. Deus está determinado a tornar você puro, santo e íntegro. Nem por um segundo Ele permitirá que você escape ao exame do Espírito Santo.
Você se lembra de quando o Espírito Santo o convenceu? Ele o chamou a enfrentar o juízo imediatamente, mas você não ouviu, e o processo inevitável começou a se desenrolar. Agora você está na prisão, e não sairá de lá até pagar o último centavo (Mateus 5:25–26).
“Esse é um Deus de misericórdia e amor?”, você pergunta. Do ponto de vista de Deus, suas ações são um glorioso ministério de amor. Seu objetivo é torná-lo puro e sem mancha. Mas, primeiro, Ele quer que você reconheça a disposição que tem demonstrado. Quer que você veja que tem insistido no seu direito sobre si mesmo. No momento em que você concorda em permitir que Deus mude a sua disposição, as forças recriadoras dEle começam a agir. Quando você compreende o propósito de Deus — colocá-lo em um relacionamento correto com Ele e, então, com o próximo — Ele mobilizará até os últimos recursos do universo para ajudá-lo a seguir o caminho certo.
“Você não sairá...” O aviso que Jesus dá aqui, no Sermão do Monte, nos aponta o caminho correto, chamando à nossa consciência. Todo chamado moral traz consigo um “deve”, um elemento que fala à vontade e à consciência, não ao intelecto. Se você discutir o Sermão do Monte apenas com a mente, enfraquecerá o seu apelo ao coração.
Se o seu relacionamento com Deus parece estagnado, pergunte a si mesmo: tenho feito tudo o que a minha consciência me diz para fazer? Tenho quitado minhas dívidas do ponto de vista de Deus? Se não, diga ao Senhor: “Vou escrever aquele pedido de desculpas hoje à noite. Vou me reconciliar com aquela pessoa agora.” Faça hoje o que um dia você terá que fazer, e o seu relacionamento com Deus será restaurado.


