Reafirme continuamente para si mesmo o propósito da sua vida: o destino de Deus para a humanidade não é felicidade nem riqueza; é santidade. O único objetivo dele, para todos os homens e mulheres, é nos transformar em seus filhos e filhas. Deus não é uma máquina eterna de bênçãos, e não veio salvar a humanidade por pena. Ele veio salvar a humanidade porque nos criou para sermos santos. A expiação significa que, por meio da morte de Jesus Cristo, Deus pode nos colocar novamente em perfeita comunhão consigo mesmo, sem nenhuma sombra entre nós.
Eu creio que preciso ser santo? Creio que Deus pode entrar em mim e me tornar santo? Se um pregador, ao anunciar o evangelho, me convence de que sou impuro, isso despertará ressentimento em mim. A pregação do evangelho sempre provoca um forte incômodo, porque revela que não somos santos. Ainda assim, ela também desperta um anseio profundo: o desejo de realizar o destino que Deus tem para nós.
Hoje, há coisas demais nos chamando. Algumas delas não são, em si, más; são boas, nobres e moralmente justificáveis. Mas, se estiverem nos afastando do nosso relacionamento com Deus, Ele as removerá até que estejamos em plena comunhão com Ele. O que importa é aceitarmos o Deus que nos torna santos. A qualquer custo, precisamos estar em correto relacionamento com Ele.
Nunca adote qualquer prática que não esteja de acordo com um Deus santo. Vigie contra qualquer complacência consigo mesmo ou com os outros que leve você a tolerar pensamentos ou atitudes impuras. Santidade significa manter cada detalhe da vida sob o olhar de Deus. Significa pensar com pureza, falar com pureza e andar com pureza. Santidade não é apenas o que Deus concede; é manifestar o que Deus concede: “Sede santos, porque eu sou santo.”